Lixeiras

Vai arrumar a casa neste final de semana? Saiba como deixar essa limpeza mais prática

coleta seletiva individual

Muitas pessoas reservam o final de semana para arrumar a casa, limpar o guarda-roupa, dar aquela faxina no quintal. Com isso muito se joga no lixo, mas como separar o resíduo de maneira sustentável para que toda essa bagunça tenha um destino certo? Qual tipo de lixeira ideal para auxiliar em uma limpeza pesada?

Ter uma lixeira com divisórias destinadas para cada resíduo específico colabora para a limpeza completa e ecologicamente correta, além de toda praticidade.

Passei neste final de semana e leve junto as atitudes ecologicamente corretas

Final de semana é dia de passear com a família no parque, zoológico, ou simplesmente fazer uma caminhada. Mas a preocupação com o meio ambiente não pode ter esses momentos de descontração e lazer.

Mesmo durante esses passeios são produzidos lixo, o qual deve ter como destino certo uma lixeira. Por lei, em locais públicos é necessário que haja lixeiras diferenciadas, com cada cor (azul, vermelho, verde e amarelo) correspondendo ao seu devido resíduo. Essas lixeiras devem estar em locais de fácil acesso, com sinalizadores para indicar qual material a ser jogado em cada lixeira.

Em parques e zoológicos é mais fácil encontrar lixeiras específicas para cada tipo de material do que nas ruas. Entretanto, não encontrar uma lixeira não deve ser desculpa para jogar lixo na rua. Mesmo sendo desagradável e incômodo, guarde o lixo produzido até encontrar uma lixeira ideal.

O meio ambiente agradece!

Momentos de diversão podem se conciliar com deveres ambientais

Final de semana chegando e todos esperam por aquele churrasquinho com os amigos, familiares, enfim, reunir todos para aquele almoço especial. Mesmo em momentos de descontração, a forma correta do destino do lixo não deve ser esquecida. Eis que a lixeira exerce um papel fundamental para o que sobrou de toda essa diversão.

Muito se sabe da necessidade de separar o lixo de acordo com sua natureza, colaborando, assim, para a coleta seletiva. Para contribuir com esse processo de separação do lixo, a lixeira com divisórias pode ser uma grande aliada. A lixeira torna o procedimento de separação do lixo mais eficiente e rápido.

A lixeira com divisórias torna a tarefa de separar o lixo uma obrigação de todos, mesmo durante os momentos de lazer. Uma vez que a lixeira com divisórias esteja em local de fácil acesso, todos cumprirão com o dever, sem deixar de se divertir.

 

Lixeiras em carros e ônibus contribuem para o destino correto do lixo

Infelizmente, não são todas as cidades que obrigam os transportes públicos de ter uma lixeira. Entretanto, como a preocupação com o meio ambiente cresce cada dia mais, muitos veículos já são fabricados com a lixeira.

lixeira para carrosLocalizadas perto do motorista ou na porta traseira, os cestos de lixos têm o objetivo de deixar o transporte público mais limpo para seus usuários. Algumas sujeiras, como areia, só serão eliminadas com uma limpeza do veículo. Mas alguns resíduos como embalagens, garrafas, palito de sorvete, panfletos e muitos outros devem ter outro destino que não a janela do veículo. Se o ônibus ainda não possui uma lixeira, o correto é colocar o lixo no bolso e jogá-lo no cesto mais próximo.

Já em caso de carro, jogue o lixo na lixeira própria do automóvel, mas não se esqueça de retirá-lo rotineiramente para evitar germes e bactérias. Vale lembrar que além de ser uma questão ambiental, não usufruir da lixeira do veículo pode gerar prejuízos.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, artigo 172, o motorista que atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias pode sofrer infração tipo média e pena de multa.

Como evitar criação de germes e maus odores da lixeira

Como deixar a lixeira limpa? Paradoxo, porém essencial para a manutenção da higiene do ambiente, a lixeira pode ser um atrativo de insetos, causar maus odores e contaminação de germes caso não haja cuidados especiais em seu manuseio.

como evitar germesPrimeiramente, o resíduo deve ser retirado todos os dias, principalmente se forem materiais orgânicos. Recomenda-se lavar semanalmente a lixeira de plástico com solução de 50 ml de hipoclorito de sódio, o famoso alvejante, para cada 2 litros de água. Encha a lixeira com esse preparo por 10 minutos. Descarte o líquido e seque-a. Importante desinfetar também o piso onde está a lixeira.

Não se preocupe se sua lixeira está sendo alvo de cachorros. Para afastá-los coloque amônia nos sacos de lixo. Já se forem as moscas o grande problema, lave o cesto de lixo diariamente e deixe secar no sol. Para completar a higienização coloque sabão em pó dentro da lixeira.

Evite jogar embalagens com líquidos na lixeira, com a umidade reduzida a reprodução de germes também diminui. O conteúdo seco drenado também ameniza o derrame de líquidos por meio de possíveis perfurações tanto da sacola como da lixeira.

Não se esqueça de lavar as mãos depois de qualquer atividade de limpeza.

 

Cada cômodo com sua lixeira

São inúmeros os resíduos descartados durante o dia em uma residência. Para cada diferente tipo de lixo há uma grande diversidade de lixeiras. Esse objeto de enorme utilidade pode conciliar, muitas vezes, um design moderno e adequado ao ambiente que a lixeira se encontra.

lixeira para comodolixeira para comodolixeira para comodolixeira para comodoCada cômodo da casa requer uma lixeira própria. Para banheiros e escritórios, por exemplo, recomendam-se lixeiras menores. Assim, evita-se o acúmulo de sujeira e mau cheiro no interior da casa.

Na cozinha o ideal são lixeiras maiores, colocadas embaixo da pia e não em cima, como muitos têm o costume. Ela também deve estar distante do fogão.

Além do tamanho, há outros detalhes que devem ser considerados na compra do cesto de lixo. Lixeiras com tampa automática, abertura acionada por pedal ou tampa retrátil são mais higiênicas. Algumas lixeiras também possuem acessórios como alça e balde removível que auxiliam no transporte e limpeza do recipiente sem que haja contato direto com o lixo.

 

Lixeiras não devem ser empecilhos para tráfego de pedestres

lixeirasComo colocar a lixeira na calçada sem impedir o trânsito de pedestres? A instalação de uma lixeira na calçada deve levar em conta alguns requisitos que, se não forem cumpridos, podem gerar multas em algumas cidades. A lixeira deve conjugar basicamente dois papéis: ser meio para jogar o lixo e, ao mesmo tempo, não ser obstáculo na calçada.

Em São Paulo, a Lei do Passeio Livre determina divide as calçadas com mais de dois metros em faixa de serviço (destinada a implantação de árvores, postes, lixeiras, etc.); faixa livre (para circulação do pedestre) e faixa de acesso (frente do imóvel, onde podem estar toldos, mesas, rampas, desde que não impeça a circulação).

Quanto aos condomínios, recomenda-se obter uma autorização para instalar as lixeiras. Em São Paulo, caso a lixeira dificulte o tráfego de pedestres e alguém faça a denúncia, o prédio poderá ser autuado, tendo cinco dias para retirar a lixeira para não ser multado.

Cidades contabilizam grandes prejuízos devido à depredação de lixeiras

Até 2014, a Prefeitura de São Paulo pretende implantar em toda cidade cerca de 150 mil lixeiras. Hoje, 35 mil lixeiras estão nas ruas paulistanas. No mês de Janeiro já foram instaladas 15 mil novos cestos de lixo.

lixeira sao pauloOs números também são elevados quando o assunto é depredação. Todos os dias, 20 lixeiras são destruídas ou furtadas, o que acarreta para os cofres públicos um prejuízo de R$ 340 mil por ano.

Mas não é apenas São Paulo que contabiliza esse grande déficit. A cidade maravilhosa, Rio e Janeiro, gasta em torno de R$ 70 mil repondo lixeiras depredadas.

Ter lixeiras nas ruas para diversos tipos de resíduos é ponto primordial para que se cumpra regras básicas de higiene, como jogar lixo no lixo. Além disso, é na lixeira que está o primeiro passo para a coleta seletiva, alternativa primordial para a solução do tratamento do lixo.

 

Lixo hospitalar requer rigorosa e específica coleta seletiva

coleta seletivaCerca de 40% das cidades do Brasil não destinam corretamente o lixo hospitalar. Não fazer a correta coleta seletiva desses materiais pode acarretar na contaminação de doenças dos catadores de lixo, bem como o não reaproveitamento de outros resíduos devido ao contato, além de poluir o meio ambiente. De acordo com as regras sanitárias, o lixo hospitalar deve passar por uma rigorosa coleta seletiva, dividindo o lixo em classes.

Há a separação de resíduos infectantes como seringas, agulhas e outros hemoderivados; materiais radioativos e os produzidos nas residências. A coleta seletiva do lixo hospitalar deve ser feita pelo próprio hospital, considerando alto grau de risco diante a sua exposição.

Devida à extrema importância que a coleta seletiva exerce sobre o lixo hospitalar, o governo criou o Sistema Nacional de Informações sobre Gestão dos Resíduos Sólidos. A plataforma reúne informações sobre o lixo hospitalar produzido no país, como a destinação monitorada e fiscalizada. Entretanto, materiais hospitalares também estão presentes nas residências, por isso a importância de se atentar quanto a essa específica coleta seletiva.

Após o uso de uma seringa, por exemplo, descarte as agulhas em recipientes rígidos, como alumínio. Identifique o recipiente e quando esse estiver cheio entregue a um posto de saúde ou farmácia municipal. Seguindo esses passos a coleta seletiva garantirá o correto destino do lixo.

Mais de um milhão de brasileiros vivem da coleta seletiva

A propulsão da coleta seletiva ainda são os catadores de materiais recicláveis. Eles são responsáveis por bombear grande parte do ciclo sustentável do lixo. A coleta seletiva feita por eles reduz os gastos destinados à limpeza pública, aumenta a vida útil dos aterros sanitários, dentre outros significativos resultados.

coleta seletivaAtualmente, cerca de um milhão de brasileiros vivem da coleta de materiais recicláveis. Fortalecer o trabalho dos catadores, consequentemente da prática da coleta seletiva, fomentam a indústria de reciclagem, gerando mais empregos.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, no ano passado a coleta seletiva gerou uma movimentação de R$ 8,5 bilhões. O peso não está apenas no orçamento, mas também na balança. No estado de São Paulo, por exemplo, o trabalho dos catadores de resíduos corresponderam a 54 mil toneladas de lixo separados adequadamente.

Coleta seletiva como meio prático da Gestão Integrada de Resíduos Sociais

Estudo realizado pela Abrelpe – Associação Brasileira das Empresas de Limpeza e Resíduos Especiais - evidencia que o aumento da quantidade de lixo não é proporcional à coleta seletiva. Outro dado acerca do tratamento de lixo no país, publicado pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que as cidades com planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, o qual a coleta seletiva é feita por meio de parcerias com cooperativas e catadores, recicla-se mais de 20% dos resíduos sólidos.

Ambos os índices denunciam dois fatores: a necessidade de intensificar a coleta seletiva em todo o país e a importância de parcerias com catadores e cooperativas. Esse cenário abre espaço para a prática da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, ou seja, entender o lixo desde a sua concepção até seu destino, bem como a participação dos diversos setores sociais diante desse ciclo sob uma perspectiva sustentável.
Gestão Integrada do resíduo requer pensar na participação de diversos campos da sociedade quanto ao destino do lixo. A responsabilidade cai sobre os diversos setores como governo, setor formal, informal e privado, ONGs, catadores, enfim, todos passam a ser responsáveis pelo lixo.

Intensificar a coleta seletiva é reconhecer o papel dos agentes sociais e a importância deles perante o desenvolvimento sustentável. Além de ser meio de sustento para muitos, a coleta seletiva também permite por em prática as leis

Mesmo em proporções pequenas, coleta seletiva aumenta no país

Segundo o “Atlas de Saneamento 2011”, último estudo divulgado pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a coleta seletiva de lixo avançou no país, mas ainda em proporções pequenas. A pesquisa revela que entre 2000 e 2008 a coleta seletiva aumentou de 8,2% para 17%, em 5.564 municípios do Brasil. A região Sul é onde se encontra o maior número de municípios que realizam coleta seletiva, com 45%.  Já na região Sudeste a proporção é de aproximadamente 40%. Norte, Nordeste e Centro-Oeste estão os piores índices, abaixo e 10%.

A ausência de coleta seletiva acarreta no surgimento de lixões, o que muitas vezes já se encontram com sua capacidade máxima. De acordo com o estudo, atualmente, cerca de 50% dos municípios destinam o lixo a esses aterros. Mesmo em grandes proporções esse número caiu se comparado em 2000, quando o percentual era de 72,3%. Reciclagem é primordial para o desenvolvimento sustentável e preservação de recursos naturais. O pontapé inicial é a coleta seletiva. Com ela a vida útil dos aterros sanitários aumenta, gera-se trabalho e renda para catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis. A coleta seletiva também é uma alternativa para sensibilizar as pessoas quanto ao tratamento do lixo produzido

Coleta seletiva como plataforma educacional

“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Em se tratando de lixo, para que a transformação não fique apenas no campo da Química, muitas escolas já possuem a educação ambiental na grade curricular, sendo a coleta seletiva como uma das práticas pedagógica. O laboratório dessa disciplina está nos corredores: latas de lixo coloridas sinalizam que a coleta seletiva está sendo feita. O ensino ambiental deve ir além de ensinar qual tipo de lixo deve ser jogado na lixeira de cor vermelha. O incentivo a hábitos e comportamentos como, por exemplo, evitar o desperdício, pensar no problema lixo em seu ciclo total e não apenas resumir essa preocupação na coleta seletiva, deve estar na lista de chamada dos professores.

A coleta seletiva começa com a conscientização e com lixeiras para coleta seletiva

A coleta seletiva implica na repartição de 4 tipos de lixos: plásticos, vidros, papéis e metais. O processo de separação do lixo é importante para o ambiente pois auxilia na preservação do solo e da água bem como na limpeza da cidade. Este trabalho propõe que se tenha as lixeiras para a coleta seletiva em diversos estabelecimentos (casas, empresas, condomínios, escolas e etc) para que seja devidamente separado o lixo reciclável.

Além de beneficiar a natureza com processos para evitar a poluição, também gera renda a aqueles que trabalham na seleção, assunto este que merece um outro post exclusivo.

Para resolver os problemas de lixo nas cidades é preciso seguir a coleta seletiva separando-os de maneira adequada cada qual em sua lixeira para coleta seletiva. Os materiais separados são designados a incineradores e os que se pode utilizar ainda antes de reciclar, são doados a empresas que os aproveitam.

Uso de lixeiras e um novo olhar podem ser soluções para problemas das cidades

Acompanhar as notícias sobre as trágicas transformações no mundo pode sensibilizar as pessoas, mas o resultado quanto à mudança de hábitos poderia ser mais abrangente e significativo. Muita gente não se deu conta de que vivemos em rede, por isso um ato simples de utilizar uma lixeira no escritório, em casa ou mesmo em vias públicas e ainda separar o lixo para a coleta seletiva pode ajudar na qualidade e no prolongamento da vida.

Como vemos o acúmulo de lixo diário tem crescido com o passar dos anos, pois com a política de consumo rápido que exige a nossa sociedade, o número de embalagens e de produtos com prazo de validade mais curto contribuem com o aumento da sujeira. Para se ter uma idéia 80% das embalagens são usadas somente uma vez. Imaginem quantas lixeiras são necessárias somente para este fim.

Lixeira é alternativa mais eficaz de contenção da sujeira nas cidades.

A população brasileira convive com problemas aparentemente não solucionáveis há séculos. A sujeira nas cidades é um dos desafios mais complexos enfrentados pelas sucessivas administrações públicas, principalmente porque não depende apenas de políticas e infraestrutura urbana, mas sobretudo da participação da sociedade.

Hábitos cotidianos, como a simples utilização de lixeixas domésticas e públicas, podem contribuir significativamente para a redução da sujeira nas cidades brasileiras, sem para isso demandar estratégias complicadas ou grandes investimentos, mas apenas o senso de civilidade da população.

Reciclagem avança com uso de lixeiras para coleta seletiva

lixeiras-plasticas-coleta-seletivaO Brasil produz diariamente cerca de 140.000 toneladas de lixo urbano. Este amontoado enorme de dejetos - que se convencionou chamar de “lixo”- é largamente descartado em “lixões”, nos quais fica exposto a céu aberto.

As sociedades têm buscado alternativas eficazes e custo-efetivas para solucionar o problema, como é o caso da reciclagem, que se consagrou como uma prática segura e eficaz de contenção e transformação do lixo. A novidade é a utilização de equipamentos organizadores acessíveis, como as lixeiras para coleta seletiva, que multiplicam a possibilidade de êxito da reciclagem.

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